<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-28984482</id><updated>2011-04-21T21:32:18.725-03:00</updated><title type='text'>Usuariocentrismo</title><subtitle type='html'>Dedicado aos temas: Design Centrado no Usuário, Design de Interação, Usabilidade, Arquitetura da Informação e Semiótica.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28984482/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00424489064653051438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28984482.post-114962799164764333</id><published>2006-06-06T18:05:00.000-03:00</published><updated>2006-06-12T15:52:08.653-03:00</updated><title type='text'>Arquitetura da Informação</title><content type='html'>O Design Centrado no Usuário preconiza que qualquer sistema deve ser construido de maneira que ofereça soluções ou serviços aos seus usuários e de maneira que o apredinzado de seu funcionamento e interface seja o mais rápido possível. Porém existe uma barreira entre o Modelo Mental cognitivo humano e a compreensão por parte do sistema da tarefa que o usuário deseja realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fator determinante para que esta curva de aprendizagem seja a mais acentuada possível, é a redução ou eliminação dos erros na interação homem/máquina. E este é o objetivo da Arquitetura da Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como "Erro de Interação" podemos entender qualquer caso em que a intenção do usuário não é correspondida pelo sistema, ao acioná-lo através da interface. Quando, durante a interação, aparentemente ocorre um erro do usuário, encontramos na verdade uma falha de usabilidade do sistema. Caso este engano seja causado por uma má interpretação da organização da informação disponibilizada no sistema, a falha encontra-se especificamente na Arquitetura da Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise dos sistemas e a detecção de problemas de Usabilidade ou de problemas na Arquitetura da Informação pode ser realizada de duas maneiras. A primeira (mais cara e demorada) é conduzir um teste estatístico de usabilidade, onde grupos de usuários comuns são desafiados com tarefas a serem realizadas através de ums sistema, enquanto suas dificuldades de interação são anotadas e estudadas. A segunda maneira (mais rápida e econômica) de testar a usabilidade de um sistema é conhecida como Avaliação Heurística. Esta avaliação envolve menos usuários para o teste do sistema, porém conta com usuários/experts que dominem os objetivos de usabilidade e realizem uma inspeção sistemática, buscando ativamente as falhas de interação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente por essa inspeção ser sistemática, que se fazem necessários parâmetros que direcionem a avaliação. Diversos parâmetros para a Avaliação Heurística da Arquitetura da Informação de um sistema foram definidos por teóricos da usabilidade. Um dos modelos mais universais e bem aceitos é o proposto por Jakob Nielsen e Rolf Molich onde os parâmetros de avaliação são: Estrutura, Agrupamento e Rotulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação da Estrutura é uma das mais fundamentais, já que assegura a inclusão de pré-requisitos do sistema em sua estrutura. Procura responder se a estrutura do sistema atende aos objetivos propostos, verificando se a estrutura suporta todas as tarefas possíveis e se suporta somente as tarefas certas (minimização de erros). Caso haja prioridade de tarefas, verifica se a estrutura do sistema reflete as prioridades definidas. A estrutura do sistema inclui aspectos como: a extensão e a profundidade da hierarquia de informação, número de links que levam a um item e número de links que saem de um item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação de Agrupamento analisa como uma sub-categoria se encaixa em sua categoria-mãe. Também analisa a relação entre documentos ou informações e ainda a relação entre categorias. O foco está na avaliação da similaridade ou diferença entre conceitos. Teoricamente, uma boa hierarquia tem duas características: alta similaridade dentro de uma mesma categoria e baixa similaridade entre as categorias em si. Porém muitos agrupamentos encaixam um mesmo item em múltiplas categorias, caso o usuário possa procurar pelo mesmo item em diversos lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação de Rotulação determina a eficiência de um rótulo verbal ou não-verbal (títulos, ícones, símbolos etc.) em informar aos usuários sobre o teor do conteúdo que ele representa. A rotulação se baseia nos conceitos de significação da Semiótica para que os rótulos sejam universalmente reconhecidos, minimizando erros de interação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28984482-114962799164764333?l=usuariocentrismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/feeds/114962799164764333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28984482&amp;postID=114962799164764333' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28984482/posts/default/114962799164764333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28984482/posts/default/114962799164764333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/2006/06/arquitetura-da-informao.html' title='Arquitetura da Informação'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00424489064653051438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28984482.post-114910679257317490</id><published>2006-05-31T10:18:00.001-03:00</published><updated>2006-06-01T14:26:58.346-03:00</updated><title type='text'>Estilos de modelo mental</title><content type='html'>O objetivo da aplicação do Design Centrado no Usuário no universo hipermídia é melhorar a experiência do usuário em um determinado sistema. Para isso lança mão de outro conceito consagrado: a Ergonomia. Em poucas palavras, esta é a área do conhecimento que lida com o trabalho envolvido em uma tarefa e o esforço resultante para o usuário; mesmo que se trate de uma tarefa virtual, realizada em um abiente virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este conceito considera o sistema de trabalho onde se encontra o usuário. Entenda-se como sistema de trabalho o conjunto de recursos envolvidos na realização de qualquer tarefa. Tanto as pessoas que realizam, quanto os artefatos instrumentos dessa tarefa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ergonomia considera, por outro lado, a maneira como está representado um determinado sistema na mente do usuário, o que é denominado modelo mental. Conhecer o modelo mental dos usuários é essencial para a criação de ambientes amigáveis, familiares, intuitivos e com um tempo de aprendizado curto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece muito lógico o fato de que os ambientes, mesmo que virtuais, devam ser planejados e adaptados ao usuário para melhorar a experiência proporcionada. Porém, a má notícia é que para a maioria dos sistemas, os usuários são um grupo heterogêneo, com personalidades e repertórios diferentes, gerando diferentes maneiras de interpretação de um sistema e criando diferentes modelos mentais dos ambientes em que estão inseridos. Assim o problema que temos nas mãos é: como projetar um sistema que atenda a diferentes comportamentos de navegação e diferentes estilos e padrões de aprendizagem. Esse assunto tem sido objeto de estudo há mais de uma década, quando Michael Reed e Min Liu publicaram um estudo que aborda estas e outras peculiaridades dos usuários, classificando os perfis de aprendizagem dos usuários entre "Dependente-de-Campo" e "Independente-de-Campo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os usuários Independente-de-Campo têm uma tendência natural a abordar uma tarefa analiticamente e objetivamente. As pessoas com este perfil têm facilidade em perceber um item de relevância para sua tarefa dentre uma gama ou campo de itens irrelevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo contrário, a pessoa Dependente-de-Campo encara suas tarefas com uma visão mais global e tem maior facilidade em perceber uma situação em sua totalidade, baseando-se na relação entre os itens de um sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupos com diferentes perfis apresentam diferentes escolhas de ferramentas e formas de ajuda para completar uma mesma tarefa. Da mesma maneira, grupos com diferentes perfis preferem diferentes ambientes de interação. Por exemplo: indivíduos do grupo Independente-de-Campo sentem-se mais confortáveis em arquiteturas de navegação com poucos itens, porém com muitos sub-itens, com uma hierarquia de informação bastante clara e rígida, que lhes permita utilizar a forma analítica de raciocínio. com a qual estão habituados, ou seja: um menu curto (com poucas opções) e com muitos sub-níveis dentro do menu. Já as pessoas do grupo Dependente-de Campo se sentem à vontade com mais opções iniciais de navegação e menos sub-níveis para explorar, de maneira que possam exercer sua forma global de raciocícinio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, deve-se levar em consideração que esta classificação do comportamento humano simplificada em dois extremos opostos oferece apenas parâmetros para o desenvolvimento de um sistema de trabalho ou um ambiente de interação, já que um usuário nunca é totalmente Independente-de-Campo ou totalmente Dependente-de-Campo e até um único usuário pode oscilar entre um perfil e outro, dependendo da tarefa a ser realizada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28984482-114910679257317490?l=usuariocentrismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/feeds/114910679257317490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28984482&amp;postID=114910679257317490' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28984482/posts/default/114910679257317490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28984482/posts/default/114910679257317490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/2006/05/estilos-de-modelo-mental_31.html' title='Estilos de modelo mental'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00424489064653051438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28984482.post-114899722232064304</id><published>2006-05-30T09:53:00.000-03:00</published><updated>2006-05-30T14:28:56.156-03:00</updated><title type='text'>Design centrado no usuário</title><content type='html'>Talvez esse seja o termo mais redundante e óbvio que se poderia utilizar para designar a forma de se desenvolver quaquer artefato. Todo design (bem conceituado, diga-se de passagem) é centrado no usuário. Por exemplo: o design de uma jarra é centrado no usuário a partir do momento que leva em consideração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a capacidade do usuário agarrar com as mãos um objeto e sua anatomia;&lt;br /&gt;- a capacidade do usuário de erguer com o equilíbrio necessário certo peso;&lt;br /&gt;- a capacidade do usuário de inclinar a jarra em relação ao seu centro de gravidade para despejar seu conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao serem considerados esses fatores, a alça da jarra é projetada para se adequar às capacidades do usuário, de maneira que este não seja sobrecarregado e que consiga executar a tarefa para a qual a jarra foi concebida: despejar seu conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma maneira, se as teclas dos teclados fossem menores que nossos dedos, não conseguiríamos digitar. Se o tamanho do volante de um carro e as distâncias do câmbio e dos pedais fossem grandes demais, não conseguiríamos dirigir. Se nossos sapatos não fossem adequados aos nossos pés, preferiríamos andar descalços. Imagine se as janelas de nossas casas fossem mais altas que nossos olhos! Como iríamos olhar a paisagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que é fácil perceber como tudo que utilizamos foi desenhado dentro da filosofia do Design centrado no usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nosso atual desafio é adaptar, aplicar e estimular a aplicação desse conceito tão antigo e básico quanto o próprio design, ao ambiente himpermídia. No chamado design de interação o conceito de Design centrado no usuário ganha diversas e novas peculiaridades que serão o assunto central deste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é usuário deste site? Então ele é feito para você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28984482-114899722232064304?l=usuariocentrismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/feeds/114899722232064304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28984482&amp;postID=114899722232064304' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28984482/posts/default/114899722232064304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28984482/posts/default/114899722232064304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://usuariocentrismo.blogspot.com/2006/05/design-centrado-no-usurio.html' title='Design centrado no usuário'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00424489064653051438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
